Traduções

We are spirits / Nós somos espíritos

To Elizabeth HubbardPhiladelphia, February 22, 1756.

Dear Child,
I condole with you, we have lost a most dear and valuable relation, but it is the will of God and Nature that these mortal bodies be laid aside, when the soul is to enter into real life; ‘tis rather an embrio state, a preparation for living; a man is not completely born until he be dead: Why then should we grieve that a new child is born among the immortals? A new member added to their happy society? We are spirits. That bodies should be lent us, while they can afford us pleasure, assist us in acquiring knowledge, or doing good to our fellow creatures, is a kind and benevolent act of God — when they become unfit for these purposes and afford us pain instead of pleasure — instead of an aid, become an incumbrance and answer none of the intentions for which they were given, it is equally kind and benevolent that a way is provided by which we may get rid of them. Death is that way. We ourselves prudently choose a partial death. In some cases a mangled painful limb, which cannot be restored, we willingly cut off — He who plucks out a tooth, parts with it freely since the pain goes with it, and he that quits the whole body, parts at once with all pains and possibilities of pains and diseases it was liable to, or capable of making him suffer.
Our friend and we are invited abroad on a party of pleasure — that is to last for ever — His chair was first ready and he is gone before us — we could not all conveniently start together, and why should you and I be grieved at this, since we are soon to follow, and we know where to find him. Adieu,

SOBRE A MORTE DE SEU IRMÃO, MR. JOHN FRANKLIN

Para a Senhorita Hubbard.Filadélfia, 22 de fevereiro de 1756.
Querida Crianca,
Presto as minhas condolências, nos perdemos uma pessoa muito querida e valorosa, mas esse é o desejo de Deus e da Natureza que esses corpos mortais sejam postos de lado, quando a alma está para entrar na vida real; é um pouco como um estado embrionário, uma preparação para viver; um homem não nasceu completamente até que ele morra: porque então nos afligirmos que uma nova criança nasce entre os imortais? Um novo membro para aquela feliz sociedade? Nós somos espíritos. Esses corpos que os emprestam, enquanto eles podem nos proporcionar prazer, ajudar-nos a obter conhecimento, ou fazer o bem a nossas criaturas companheiras, é um amável e benevolente ato de Deus – quando eles se tornam inadequados para esse fim e nos causam dor ao inves de prazer – ao invés de ajuda, tornam-se um estorvo e não atendem mais a nenhuma das intenções que lhes eram destinadas, é igualmente amavel e benevolente que nos seja dado um caminho, que passa por nos livrarmos deles. A morte é esse caminho. Nos por vezes escolhemos uma morte parcial. Em alguns casos um membro massacrado e doloroso, que não pode ser recuperado, nós nos dispomos a eliminar – aquele que arranca um dente, faz isso livremente assim como a dor parte com o dente, e aquele que termina com o corpo inteiro, com ele partem todas as dores e possibilidades de dores e doenças por ele causadas, ou passiveis de faze-lo sofrer.
Nosso amigo e nós fomos convidados pelos que estão do outro lado para uma festa do prazer – que é para durar para sempre – sua cadeira estava pronta em primeiro lugar, e ele se foi diante de nós – nós não poderíamos e nem seria conveniente irmos todos juntos de uma vez, e por que você e eu devemos nos afligir com isso, se nós devemos logo seguir, e sabemos onde encontrá-lo. Adieu,

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